Orion [2017] – Detailed Review | Progressor.net

Olav M Bjornsen in Progressor.net ****+

Prolusion: Brazilian band ULTRANOVA cites 2012 as the year the band officially was formed, and following some years of development the band signed to Brazilian label Rock Symphony, who released their debut album in 2017. As is frequently the case for this label, they released it as a joint release with French label Musea Records, as each label distribute and sell their releases to different marketplaces.

Analysis: Instrumental progressive rock is one of the more difficult types of progressive rock to master, no matter what variety of it you choose to explore. Personally I suspect that the main challenge is to create material that is as interesting to the general listener as to a fellow musician, and that perhaps a few too many artists will have a natural inclination to create material that align more with the latter category of listeners.

Many have recorded and released good quality albums that explore various incarnations of instrumental progressive rock, and this Brazilian band is another addition to that list. Besides being instrumental, what is obviously of interest is just where this band heads in their excursions. And the answer to that is, well, a bit here and there actually.

The opening cut here is, pretty much, an affair that for me comes across as a meeting of minds between late 70’s Camel and early 80’s King Crimson. We get the atmospheric, dream-laden landscapes of the former and the more dissonant and challenging details from the latter, explored in a fine manner but without any superlatives being lured from me to describe the end result. A fine song, but not to the point of being breathtaking. We are then taken on a ride through a few different landscapes, ranging from delicate and almost ambient with a new age touch to gnarly, sparse and challenging, and a nice little highlight appearing with the rather charming jazz and funk flavored Salinas, one of the two standout tracks on this album.

The second highlight comes at the very end, with a magnificent 13 minute creation that opens in a manner not too unlike the opening cut, but honing in more on a Camel-tinged expression initially, seguing over to some more dissonant Crimsonesque landscapes and then hitting full throttle with some sweet, compelling more heavy set and dramatic passages rounding up this creation. The final part featuring what I’d describe as an almost Wagnerian touch to the combination of voice effects and drums.

Conclusion: In my book Ultranova is so far an emerging band, one that probably will have more of a niche appeal as far as this debut album is concerned, but still with a couple of nice gems to discover. My presumption is that those with a general fascination for instrumental progressive rock and a particular fascination for the likes of both Camel and King Crimson will be the ones most easily fascinated by this production, so if you feel you belong in this category this is one more album to add to your list of music that merits a check at some point.


Olav M Bjornsen em Progressor.net ****+

Prólogo: Banda brasileira ULTRANOVA cita 2012 como o ano em que foi oficialmente formada, e nos anos seguintes de desenvolvimento a banda assinou com a gravadora brasileira Rock Symphony, que lançou seu álbum de estreia em 2017. O lançamento foi conjunto com o selo francês Musea Records, como ocorre frequentemente, sendo que cada selo distribui e vende seus lançamentos em mercados diferentes.
Análise: Progressivo instrumental é uma das vertentes mais difíceis de se dominar, não importa a variedade que se escolhe para explorar. Pessoalmente eu acredito que o maior desafio é criar um material que seja interessante tanto para um ouvinte comum quanto para um músico, e talvez alguns poucos artistas terão uma inclinação natural que se alinhe mais com a última categoria de ouvintes.
Muitos gravaram e lançaram álbuns de boa qualidade que explore as diversas roupagens do rock progressivo instrumental, e esta banda brasileira é uma nova adição a esta lista. Além de ser instrumental, o principal foco aqui é para que direção a banda aponta. E a resposta neste caso é, bem, um pouco aqui e ali.
A cena de abertura é muito boa, um tanto do encontro das mentes de Camel do final dos anos 70, e de King Crimson do início dos anos 80. Temos uma paisagem atmosférica, carregada de sonhos explorados de modo refinado, porém sem superlativos que eu possa descrever como resultado final. É uma música muito boa, mas não ao ponto de nos deixar sem ar. E então somos guiados através de algumas diferentes paisagens, que levam desde algo mais delicado e som ambiente com um toque new age, esparso e desafiador, onde destaco a charmosa jazzística e funkeada Salinas, uma das faixas mais relevantes deste álbum.
O segundo grande destaque vem ao final, com uma magnífica criação de 13 minutos que abre de maneira não muito diferente da primeira, porém aperfeiçoando ainda mais aquela expressão inicial inspirada em Camel, e seguida de cenas dissonantes como King Crimson. Então acertam em cheio nas alternâncias entre partes suaves, sets mais pesados e passagens dramáticas e envolventes que compõem esta música. A parte final eu descreveria como um toque mais de Wagner quanto às combinações utilizadas nos efeitos de voz e de bateria.
Conclusão: Em minhas anotações, Ultranova é de longe uma banda emergente que provavelmente deverá atrair mais atenção após a concepção deste seu álbum de estreia, mas ainda assim já com algumas pérolas agradáveis de se descobrir. Presumo que aqueles mais aficionados pelo rock progressivo instrumental, em particular os fãs tanto de Camel quanto de King Crimson, facilmente serão os que mais ficarão fascinados por este disco. Então se você se encaixa nestas categorias, este é um disco a ser adicionado à sua lista de músicas a ouvir de tempos em tempos.

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: